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Carboxiterapia

A administração terapêutica do anidro carbônico (também denominado gás carbônico- CO2 ) iniciou-se nos anos trinta na França, e publicações científicas do método são encontradas a partir dos anos cinqüenta. Desde então muitos artigos variados vêm mostrando a versatilidade do gás carbônico para uso medicinal.

O anidro carbônico puro medicinal é o mesmo utilizado em cirurgias videolaparoscópicas promovendo o pneumoperitônio , como nas laparoscopias , histeroscopias e como contraste em arteriografias.

A ação farmacológica do gás carbônico sobre o tecido está muito bem estabelecida e envolve vasodilatação local com conseqüente aumento do fluxo vascular e o aumento da pressão parcial de oxigênio resultante da potencialização do efeito Bohr, devido a redução da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio quando comparada a sua afinidade ao gás carbônico, resultando em maior quantidade de oxigênio disponível para os tecidos.Também estimula a produção de colágeno na derme, melhorando-se assim, o aspecto de flacidez e rugas finas (principalmente na região periorbitária).

O CO2 pode ser administrado pela via percutânia, como se faz nas termas francesas(termas de Royat) com água carbonatada("banho seco") ou atualmente como fazemos na carboxiterapia através da infusão do gás pela via subcutânea com utilização de uma agulha parecida com a de insulina, cujo fluxo de gás é controlado por um aparelho com microprocessadores de fluxo.

As principais indicações desta terapêutica já descrita são: arteriopatias periféricas ( pés diabéticos), síndrome acrocianóticas como insuficiências venosas e úlceras dos membros inferiores, fibromialgia , dores pélvicas crônicas, acúmulo de pequenas adiposidades em culotes, abdome, flancos e região interna das coxas ( devido sua ação lipolítica) até casos de maior acúmulo adiposo como na lipomatose simétrica múltipla (síndrome de Madelung).

Sem dúvida alguma a melhor indicação encontra-se como método adjuvante no tratamento estético da celulite (paniculopatia edematofibroesclerótica) , estrias, flacidez cutânea ( corporal e facial) , hiperpigmentação cutânea periorbitaria ("olheiras"), além do pós operatório de lipoaspiração (favorecendo a drenagem linfática , redução da fibrose pós operatória e uniformizando as irregularidades do contorno- quando existirem).O número de sessões depende de cada patologia a ser tratada , mas geralmente limita-se a 10 -12 sessões , duas vezes por semana no tratamento de estrias e celulite e até 20 sessões para tratamento da gordura localizada. Possíveis efeitos colaterais limitam-se a dor durante o procedimento (relativo para cada paciente), pequenos hematomas durante a punção e sensação de crepitação no subcutâneo que desaparece em aproximadamente 30 minutos.As contra- indicações encontram-se em pacientes pneumopatas(enfisema pulmonar), diabetes mellitus descompensado , gestantes, infecção da pele em local da punção além de paciente com discrasias sanguineas(incluindo uso de medicação anticoagulante).

Portanto, a carboxiterapia é uma realidade como método adjuvante no tratamento de patologias dermatológicas, vasculares, reumatologicas, anestésicas e ginecológicas.Sua principal e mais comum indicação encontra-se no tratamento estético do envelhecimento cutâneo e corporal.Entretanto é um procedimento estritamente médico, devendo ser indicado e realizado com parcimonia por profissionais desta área.

 

 
   
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